Noites do Bogart é um texto de Luis Fernando Verissimo que foi publicado pela primeira vez em sua coletânea de contos “O Melhor das Comédias da Vida Privada” em 1999. O texto conta a história de um homem chamado Xavier que sai com uma mulher mais jovem. O homem é fã de Humphrey Bogart e passa a noite falando sobre os filmes do ator. A mulher não está interessada nos filmes de Bogart e fica entediado com a conversa do homem. No final da noite, o homem leva a mulher para casa e ela vai embora sem dizer uma palavra.
O texto é uma crítica ao culto à personalidade e à forma como as pessoas idolatram celebridades. O homem no texto é um fã obcecado por Humphrey Bogart e ele está mais interessado em falar sobre os filmes do ator do que em conhecer a mulher com quem está saindo. A mulher no texto é uma pessoa real que tem seus próprios interesses e opiniões, mas ela é ignorada pelo homem porque ele está mais interessado em Humphrey Bogart.
O texto é também uma crítica à forma como as pessoas usam o cinema como uma forma de escapar da realidade. O homem no texto usa os filmes de Humphrey Bogart como uma forma de se esquecer dos seus problemas. Ele se imagina como Bogart nos filmes e ele esquece de quem ele realmente é. A mulher no texto também é uma pessoa que está usando o cinema para escapar da realidade. Ela está saindo com o homem porque ela está procurando por algo mais emocionante do que a sua vida cotidiana.
Noites do Bogart é um texto engraçado e incisivo que faz pensar sobre o culto à personalidade, a forma como as pessoas usam o cinema e a natureza da realidade. O texto é um lembrete de que as pessoas não devem ser idolatradas e que o cinema não deve ser usado como uma forma de escapar da realidade.
* “O Xavier chegou com a namorada, mas, prudentemente, não a levou para a mesa com o grupo. Abanou de longe.”
* “Ela era bem mais nova que ele, de uma geração que não tinha visto Humphrey Bogart nos cinemas e o conhecia só por fotos e citações.”
* “E ele, que ia falar de Casablanca, de O Falcão Maltês, de O Terceiro Homem, de Os Imorais, de Pacto de Sangue, de A Estrada Sem Lei, de O Crepúsculo dos Deuses, de A Maldição do Falcão, de Conspiração de Assassinatos, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura na África, de O Homem que Matou Liberty Valance, de Crepúsculo dos Deuses, de O Homem que Sabia Demais, de O Grande Salto, de Uma Aventura

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